
Agrofloresta que
vira alimento
A Cooperativa dos Agricultores e Agricultoras Familiares de Salvaterra (CAFAS) desenvolve a produção agroflorestal no território, unindo cultivo, conservação e renda na Amazônia.
Teia da Sociobiodiversidade: Investimentos estruturantes na base da sociobioeconomia brasileira
Nos territórios, geração de renda e conservação ambiental caminham lado a lado.
As 405 iniciativas apoiadas pela Teia da Sociobiodiversidade mostram na prática como funciona a sociobioeconomia,
de Norte a Sul do Brasil. Acesse este retrato das
economias de povos e comunidades tradicionais.
A publicação apresenta, em dados, um retrato da sociobioeconomia comunitária a partir dos projetos apoiados em todo o Brasil pela Teia da Sociobiodiversidade, uma iniciativa do Fundo Casa Socioambiental em parceria com o Fundo Socioambiental CAIXA.
O estudo reúne o perfil das organizações apoiadas, a distribuição dos recursos, os desafios apontados pelos próprios territórios e os caminhos que eles propõem para superá-los. Traz ainda cinco estudos de caso que mostram, na prática, como funcionam os Negócios da Sociobiodiversidade e as Soluções Baseadas na Natureza.


em apoio direto a iniciativas comunitárias, por meio de duas chamadas públicas realizadas
entre 2024 e 2025.
apoiados entre as 3.860 propostas recebidas, em 316 municípios e em todos os estados do Brasil, nos 6 biomas e nas zonas de transição.
são lideradas por mulheres,
e 81,7% têm liderança de pessoas não brancas.
são de organizações que fazem parte do território onde atuam. O apoio chega a quem conserva e produz em seus próprios territórios.
Fonte: publicação Teia da Sociobiodiversidade: Investimentos estruturantes na base da sociobioeconomia brasileira.
Se queremos uma nova economia capaz de conservar biodiversidade, enfrentar a crise climática, produzir alimentos, gerar renda e manter valor nos territórios, precisamos financiar quem já realiza esse trabalho todos os dias.

Conhecer um retrato da sociobioeconomia a partir do portfólio da Teia: quem protagoniza, onde atuam e como produzir e conservar caminham juntos na prática.
Entender as duas linhas de apoio da Teia, os Negócios da Sociobiodiversidade e as Soluções Baseadas na Natureza (SbN): 80,2% dos projetos usaram o apoio para estruturar negócios, da produção à comercialização.
Saber sobre o perfil das organizações apoiadas, entre elas 84 projetos de comunidades quilombolas e afrodescendentes e 63 de Povos Indígenas.
Conhecer os desafios percebidos pelas organizações dos territórios e os caminhos que elas próprias propõem para superá-los.
Acessar estudos de caso que mostram, na prática, como o financiamento direto destrava processos econômicos inteiros nos territórios.
A publicação está organizada em capítulos que percorrem a sociobioeconomia comunitária brasileira de ponta a ponta: o contexto e os conceitos que fundamentam o retrato, o percurso da Teia da Sociobiodiversidade pelas duas chamadas públicas, o perfil das organizações apoiadas e a distribuição dos recursos pelos territórios, os dados de acesso a mercados institucionais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que já alcançam 63,2% dos projetos, os desafios e caminhos apontados pelos próprios territórios e os estudos de caso dos negócios apoiados.
Nos 405 projetos apoiados pela Teia, cada negócio tem nome, território e uma história própria. Estes cinco casos, apresentados em detalhe na publicação, mostram como o financiamento direto destrava processos econômicos que já existiam, mas precisavam de condições concretas para crescer.

A Cooperativa dos Agricultores e Agricultoras Familiares de Salvaterra (CAFAS) desenvolve a produção agroflorestal no território, unindo cultivo, conservação e renda na Amazônia.

A Associação Kalunga Comunitária do Engenho II (AKCE) produz e valoriza produtos do Cerrado, fortalecendo a economia do território e a permanência digna das famílias.

A Associação de Mulheres Indígenas da Aldeia Nazário (CABOAMAN) transforma frutos da Caatinga em fonte de renda, valorizando os conhecimentos do próprio território.

A juventude da Associação dos Agricultores do Condomínio Rural São Domingos organizou uma feira de agroecologia, abrindo espaço para a próxima geração da sociobioeconomia comunitária.

A organização Lagos em Ação, em parceria com Devolverde e Alma Colorida, fortalece a cadeia da maricultura na economia do mar.
Cada caso ilustra um capítulo do estudo. Baixe a publicação e conheça os cinco em detalhe.
Baixe agora gratuitamenteO Fundo Casa Socioambiental atua há mais de 20 anos para que recursos cheguem a quem está na linha de frente da proteção socioambiental. Integra a Rede Comuá, que reúne fundos independentes do Brasil, e articulações do Sul Global, como a Alianza Socioambiental de Fondos del Sur.
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